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[ 1995/1996 ]
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Um Ano Letivo de Trabalho 1995/96
Coletiva | Julho a Setembro de 1996
Exposição de trabalhos realizados pelos alunos de têxteis, audiovisuais, equipamento, ourivesaria, cerâmica, gráficos, desenho e oficina de artes.
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Atelier Livre At.Re Ambulante
Curso Experimental de Artes Plásticas
Colectiva | Maio a Junho de 1996
Andrea Marta, André Maranha, Catarina Campino, David Sousa, Edgar Massul, Francisco Tropa, Hugo Barbosa, Inês, João Miguel, João Tengarrinha, José Drummond, Lourdes Castro, Luís Filipe, Luiz Romano, Manuel Zimbro, Marta Soares, Miguel Tolentino, Noé Sendas, Pedro Tropa, Pedro Morais, Pissarro, Rui Calçada Bastos, Tomás Maia, Thierry Simões, Vasco Lucena e Vitalina.
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Panos
Coletiva | Têxteis | Maio de 1996
Alexandra Gaspar , Ana Feliciano, Ana Ferreira, Cidália Luís, Cláudia Cruz, Laurinda Lee, Lurdes Mota, Rute Pereira, Sofia Lopes, Sónia Bernardo e Zélia Grilo.
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Aldina Atelier
Pintura | Fevereiro de 1996
Exposições de Aldina na Galeria Lino António:
Aldina Atelier II. Dezembro de 2004 a Janeiro de 2005 >>
Aldina Atelier. Fevereiro de 1996
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[ 1996/1997 ]
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Um ano letivo de trabalho 1996/97
Coletiva | Julho a Setembro de 1996
Exposição de trabalhos realizados pelos alunos de têxteis, audiovisuais, equipamento, ourivesaria, cerâmica, gráficos, desenho e oficina de artes.
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Álvaro Siza Pormenores do Chiado + Mobiliário
Arquitetura | Abril de 1997
Arquitectura: uma árvore aqui, uma casa acolá, ou um templo, um monte à Mireita, ou planície, mar, rio, uma ponte, perfil regular desta rua, a irregularidade de outra, cor, ritmos, clima, este cliente, fotografia amarelecida, pergaminho, poder, rnarginalidade. Não como matriz. Provocação logo vocação de distorcer, de transformar. Desejo, lentidão, destruição, desprendimento.
O desenho de um móvel não pode ser senão definitivo. Não há referências fixas de escala, de ambiente, de necessidade. Existe o corpo que se transforma tão lentamente que pode usar cadeira egípcia. Despidos os objectos existe história de meia dúzia de formas. A imaginação voa entre essas formas, a baixa altura, se descontarínos aprendizes impacientes…
Álvaro Siza
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Querubim Lapa 10 Pinturas – 1950 a 1985
Desenho e Pintura | Março de 1997
Exposições de Querubim Lapa na Galeria Lino António:
Desenhos, anos 40. Janeiro a Fevereiro de 2001 >>
10 Pinturas – 1950 a 1985. Março de 1997
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José Nuno Beirão Arquitetura de lojas
Arquitetura | Fevereiro de 1997
Um projeto é um processo em constante evolução.
As maquetes expostas são fruto desse processo e são por si só o reflexo do processo. Como tal elas espelham na sua apresentação toda a pesquisa e postura inerente ao processo, quer na forma, quer nos materiais. Estas maquetes são por isso, não só a representação de projetos e ideias, mas também pequenos projetos com espaço, função e materiais próprios, problemas próprios e soluções com dois níveis de representação: a escala natural e a escala de apresentação de ideias. Estas maquetes nunca estão prontas; na sua origem são constituídas por elementos soltos, sempre dispostos para uma apresentação de ideias mas sempre expectantes e efémeros aguardando um novo passo. Neste sentido deverá ficar claro que as maquetes apresentadas não representam nem a obra construída, nem uma ideia final, mas um momento do processo em que a sua contribuição terá eventualmente sido mais definitiva. Tal como o projeto a maquete presta um serviço, testa soluções e o desenho traduz o suporte técnico para a concretização, mas apenas a obra acabada é portadora da arquitetura que contém.
Currículo
José Nuno Dinis Cabral Beirão, nasce em Torres Novas a 10 de junho de 1965
1989 Licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa
1986/88 Frequenta as aulas de medalhística do Escultor Helder Batista
1989/90 Trabalha no atelier do Arquiteto João Pedro Falcão de Campos
1990/91 Trabalha no atelier do Arquiteto Antônio José Carrilho da Graça
1991/92 Trabalha no atelier do Arquiteto Gonçalo Byrne
Trabalha em atividade liberal desde 1990
Principais trabalhos:
Remodelação: Sapataria Bandarra – Rua de Sta justa
Concurso de idéias para a Cerca Velha da Vila de Óbidos – 3º Prémio (Mensão Honrosa na 1ª Trienal de Arquitectura de Évora)
Remodelação: Loja Kilograma
Sapataria Bandarra – Centro Comercial dos Olivais
Sapataria Ratinho – Centro Comercial dos Olivais
Moradia Unifamiliar (1) – Pedrulho (Alenquer)
Moradia Unifamiliar (2) – Pedrulho (Alenquer)
Remodelação: Sapataria Bandarra – Av. de Roma
Remodelação: Sapataria Ratinho – Rua de Sta justa
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Conceição Velloso Salgado
Pintura | Janeiro de 1997
A Tela sugere-nos um constante diálogo de silêncios. As formas, contornos de melancolia, exprimem a admiração por espaços de memória. Os brancos, azuis verdes e ocres assumem-se como terra, luz, calor e narrativa do Homem ausente.
Isabel Magos
Currículo
Maria da Conceição Ravara Alves Velloso Salgado
1947/55 Aluna do Pintor Lázaro Lozano, em Lisboa.
1954/55 Frequenta aulas de Pintura e Desenho no Círculo de Belas Artes, em Madrid, sob a orientação do Pintor Lázaro Lozano.
1955 Entra na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa para o Curso de Pintura.
1960 Recebe o “Prémio Malhoa” (bolsa de viagem), no Salão da Primavera da Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa. Com essa bolsa foi feita uma viagem de estudo a Itália, França, Bélgica e Holanda, para fazer um estudo sobre: Mosaico; Frescos; Estudo comparativo entre os Primitivos Italianos e os chamados Primitivos Flamengos. Deste estudo foi feito um relatório e entregue à Direção da SNBA.
1961 Termina o Curso Superior de Pintura com a classificação de 18 valores.
1962 Entra como professora para a Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde lecciona as seguintes disciplinas: Oficina de Pintura; Desenho e Composição; Desenho de Figura.




