Momentânea

Exposição de 6 a 13 de maio

Em parceria com o Largo Residências, situado no Quartel do Largo do Cabeço de Bola, e no
âmbito curricular da disciplina de Gestão das Artes, um grupo de alunos da especialização em
cerâmica da Escola Artística António Arroio apresentam, de 6 a 13 de maio, a exposição
“Momentânea”.

Trata-se de uma proposta de intervenção artística no género artístico site specific / instalação, partindo de uma deriva (como estratégia situacionista) pelo espaço do Quartel e tendo como pressuposto a arquitetura como “um corpo”, os jovens escolheram intervir com diferentes tipos de materiais para produzir “peles”, negativos, moldes, impressões e expressões plásticas.

Inaugura dia 6 de maio, às 18h00.

São todos(as) bem vindo(as).


Remake(s)

Pensar, Ver, Olhar as Igualdades /Desigualdades do Passado e do Presente é uma tarefa complexa, considerando a sua abrangência na orgânica das sociedades e a sua persistência no tempo.

Na verdade, o conceito de igualdade não tem sido uniforme ao longo dos tempos. Surge mais nitidamente na Grécia Antiga, se bem que limitado, na prática, às relações estabelecidas na pólis. Depois, mais tarde, associa-se aos fundamentos do Cristianismo, quando este se tornou na religião oficial do Império romano.

Com os Iluministas, o pensamento inverte-se e a igualdade passa a ser natural e inerente aos Homens, enquanto a desigualdade é entendida como uma construção social. Os seres humanos, por natureza, nascem livres e iguais, porém, passam a diferir entre si, ao encarar a vida em sociedade, com as suas adversidades, devido a discriminações e privilégios que alimentam relações de desigualdade.
Esta tendência continua, no século XIX e no século XX, com os movimentos sociais no combate e na luta contra as desigualdades em prol da igualdade.
E hoje em dia? Como são encaradas certas realidades sociais?

Expôr algumas visões sobre a aplicabilidade de tais conceitos, levando em conta a dificuldade de conciliação de valores como igualdade, liberdade, justiça, assim como o respeito pela pluralidade humana e a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, foi o desafio lançado aos nossos artistas, crentes de que refletindo e olhando a desigualdade, podemos contribuir para a criação de uma sociedade verdadeiramente justa e equitativa para todos.
Neste desafio se inscreve o projeto Amo uma obra prima – remake(s), o qual se assume, simultaneamente, quer como um desafio pedagógico, quer como um projeto de gestão curricular disciplinar, quer como um projecto desenvolvido na área curricular de Cidadania e Desenvolvimento em articulação com o PEE e o PAA; é, ainda um projeto que promove o trabalho interdisciplinar e a formação humanística/artística dos alunos do 10º Ano, 11ºAno e 12º Ano da Escola Artística António Arroio em parceria com o CRE/ Biblioteca.

A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível. (Leonardo da Vinci)
A ARTE é um LUXO, não porque precise necessariamente de “Riquezas” para ser executada… ela é um LUXO porque precisa de MÃOS… descansadas! (Claude Monet)

Com a participação dos alunos das turmas:
B, D, E, K, do 10º Ano
E, J, K , Q do 11º Ano
B, H, Q, Q1 do 12º Ano
A quem os professores dinamizadores do projeto agradecem
Prfs Helena Cruz, Luis Malaca, Marisa Mendes, Nazaré Almas


ARQUIVADO

Uma exposição que encontra o passado através das peças escondidas
no arquivo da Escola Artística António Arroio

Olá somos a turma do 12H e estamos a desenvolver um projeto no âmbito da disciplina  de gestão das artes. Trata-se de uma exposição que tem o intuito de “desenterrar” peças históricas que vivem dentro dos arquivos dos vários cursos da Escola Artística António Arroio, e, exibindo-as aos interessados e à comunidade escolar, dar a oportunidade de conhecer um pouco da vasta história de cada curso.A exposição será no -2 de dia 12 a 19 de maio com a inauguração no dia 12 às 18 horas. Estas peças antigas representam assim a mentalidade da altura, a situação histórica, as técnicas e as limitações presentes no passado da escola que frequentamos.


Aviso 3 – 2022/23 – Escola Encerrada

Avisamos a comunidade educativa que a escola se manterá sem atividades letivas durante o dia de hoje, 2 de maio, motivada pela aplicação de cadeados e correntes nos portões e portas de entrada, que impediram o normal funcionamento e acesso às instalações. A reivindicação dessa ação pertence ao movimento estudantil Okupa.

Por tal situação apelamos à compreensão de todos.

Lisboa, 2 de maio de 2023

O diretor

Rui Madeira

PERSPETIVA-TE

Exposição de Gravura e Serigrafia
Inauguração 28 de abril às 18h30 | 29 de abril a 20 de maio | Sociedade Nacional de Belas Artes

Como nos sugere o título, a exposição levada a cabo no âmbito da disciplina de Gestão das Artes pelo coletivo Doze Jotas – composto pela turma 12.ºJ, finalista do curso de Produção Artística com especialização em Gravura e Serigrafia – visa divulgar as diferentes conceções dos alunos que o integram.

Os trabalhos resultantes do projeto “Fight the Power” – desenvolvido na disciplina de Projeto e Tecnologias – o qual integra a exposição, são aqueles que devido ao seu processo, melhor representam o conceito desenvolvido pelo coletivo. Cada artista desafiou-se a compreender – ou pelo menos a ganhar consciência – de relações de poder, assim como os seus equilíbrios e desequilíbrios, formando a sua própria perspetiva de acordo com o que observou. Com o mesmo ponto de partida, surgiram respostas completamente diferentes, imbuídas das opiniões e vivências de cada um.

Desta forma pretende-se convidar o espectador a observar – e procurar entender- os pontos de vista que lhe são apresentados, possibilitando que o mesmo construa o seu próprio parecer sobre as obras e as questões em causa. É uma mostra de artes que vive essencialmente da relação existente entre as peças e o espectador.


NÃO CUSTA NADA!

Colheita de Sangue

No dia 4 de maio, das 9:00 às 13:00, terá lugar uma Colheita de Sangue nas instalações da nossa Escola (sala 312), em parceria com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Contamos com a participação de toda a comunidade escolar, a partir dos 18 anos, nesta iniciativa. Este é um Projeto que convoca a comunidade educativa da Escola Artística António Arroio a uma atitude mais solidária, empática e generosa numa atividade em prol de um melhor futuro.

Não custa nada!


25 de abril

“liberdade e revolução”

“Tendo a Comissão Nacional (www.50anos25abril.pt) definido que os 50 anos do 25 de abril de 1974 seriam comemorados entre 2022 e 2026, foi pedido aos alunos que, a partir de frases da época – excertos de poemas, de letras de canções, de escritos nas paredes – criassem cartazes comemorativos do 50.º aniversário da revolução.

Os cartazes teriam de ser impressos em Serigrafia, a duas cores, e os suportes para impressão podiam ser coloridos. Os alunos teriam ainda de integrar nas suas composições – no todo ou em parte – os fotogramas que, para este trabalho, realizassem em Fotografia.

Da consulta das memórias – dos professores e dos familiares dos alunos – e dos documentos da época – resultaram os objetos visuais concebidos durante o ano passado, ano letivo 21/22 pela turma 11.º L, e que agora aqui se expõem.

Pode ainda ser consultado o sítio correspondente em (sites.google.com/antonioarroio.edu.pt/25abril/).”


“25 por 3”

“25 por 3” de 28 a 30 abril no LU.CA Teatro Luís de Camões, com cenografia e figurinos dos alunos de RPE do 12.º H.

Uma revolução que é celebrada com o nome de uma flor só podia ser um ato poético. Já a pintora Vieira da Silva o mostrava no famoso quadro que pintou após o 25 de Abril de 1974 e no qual inscreveu a frase “A poesia está na rua”. No projeto 25 por 3, a poesia está em palco e no gesto de partilha dos estudantes de duas escolas da cidade de Lisboa, que transformam uma seleção de poemas escritos antes e depois da Revolução dos Cravos numa performance evocativa do poder da memória e da transformação.

O projeto que está na base do espetáculo “25 por 3” procura implementar um modelo de trabalho tripartido entre o LU.CA e duas escolas cujas áreas de ensino se complementam e por isso também se completam, nomeadamente o curso profissional de interpretação actor / actriz da Escola Secundária Gil Vicente e a especialização em Realização Plástica do Espetáculo do Curso de Produção Artística da Escola Artística António Arroio, ambas de Lisboa. A criação desta proposta performativa para apresentação em palco resulta da articulação entre as duas turmas, que se traduz num processo criativo e numa criação artística comum que juntou dezenas de estudantes. O curso de Interpretação da Escola Secundária Gil Vicente inclui alunos e alunas com necessidades educativas específicas, com o objetivo de estabelecer a igualdade de possibilidades e oportunidades. Projeto Integrado na programação das Festas de Abril 2023 e na I Bienal Cultura e Educação do Plano Nacional das Artes;

Informações artísticas:
Interpretação Ana Beatriz Coelho, Débora Mendes, Décia Tavares, Isabella Ocheje, Nathanael Mourão, Ruben Soares, Vânia Cruz, Vitória Faria (alunos do Curso Profissional de Interpretação / Ator / Atriz da Escola Secundária Gil Vicente, com a direção cénica de Miguel Simões)
Cenário e figurinos Arthur Moreira, Éola Lopes, João Neto, Madalena Serôdio, Mafalda Fernandes, Maria Vaz, Mariana Mira, Marta Lopes, Matilde Milhões Maia, Patrícia Santos, Sara Guterres, Sara Silva, Sofia Martins (Alunos da Especialização em Realização Plástica do Espetáculo do Curso de Produção Artística da Escola Artística António Arroio, orientados por Hugo F. Matos, Rita Anahory, Sérgio Reis)
Seleção de poemas Rita Taborda Duarte
Produção Produção LU.CA – Teatro Luís de Camões
Agradecimentos Museu do Aljube – Resistência e Liberdade


Na Semana da Terra aderimos à grande apanha de beatas

Vem participar!  Ao longo da semana apanha beatas de cigarro e guarda num recipiente, trás para a escola na 6ª feira. Aparece às 12h30 na entrada da escola para participar na ação coletiva.
• Usa frascos de vidro velhos, sacos velhos, caixas de encomendas velhas, ou outras caixas para serem lavadas e reutilizadas para colocar as beatas
• Tenta NÃO usar garrafas de plástico de 0,5 L, 1 L, 1,5 L, 2 L, 5 L de uso único, pois as beatas contêm toxinas e diminui a qualidade do plástico e a probabilidade de ser reciclado. Além disso, leva muito tempo a remover as beatas do pescoço apertado da garrafa. 
• Usa luvas de jardinagem antigas e reutilizáveis para apanhar beatas.
• Alternativas às luvas: pauzinhos chineses são divertidos para apanhar beatas, pinças ou qualquer outra coisa para apanhar. Vamos usar a criatividade.
• Quaisquer outras ideias criativas.

Declaração sobre BEATAS DE CIGARRO: 
As beatas de cigarro são a forma mais comum de lixo (lixo como papel, latas, e garrafas deixadas num lugar aberto ou público) no planeta. De facto, estima-se que cerca de 4,5 triliões de beatas de cigarro são deitados todos os anos no mundo inteiro.
Estes pequenos objectos, aparentemente insignificantes, são na realidade incrivelmente prejudiciais para o ambiente. As beatas de cigarro não são biodegradáveis e podem demorar até 10 anos a decompor-se, libertando produtos químicos tóxicos no solo e na água durante o processo.
Para além dos danos ambientais, as beatas de cigarro também representam um sério risco para a saúde. Contêm produtos químicos tóxicos como a nicotina, chumbo, arsénico e formaldeído, que podem lixiviar para o ambiente e prejudicar a vida selvagem. Os animais que confundem beatas de cigarro com alimentos podem ficar doentes ou mesmo morrer em resultado disso.
Além disso, as beatas de cigarro também representam um risco de incêndio, com muitos incêndios iniciados todos os anos devido a beatas de cigarro descartadas.
Em geral, é evidente que as beatas de cigarro são um problema ambiental e de saúde significativo. A melhor maneira de abordar esta questão é encorajar as pessoas a eliminar devidamente as suas beatas de cigarro em caixotes de lixo designados ou a deixar de fumar completamente.