POUCA VERGONHA

Exposição de Gravura e Serigrafia
16 abril a 18 maio | Sociedade Nacional de Belas Artes

Será uma pouca vergonha expor um manifesto? 
Será um descaramento… um atrevimento… uma desfaçatez?

Tal como a sua definição sugere, um manifesto é uma declaração que pretende comunicar um problema, uma convicção, um ponto de vista, uma denúncia à sociedade. E nós, enquanto jovens em constante mudança, com opiniões e interesses diferentes, queremos partilhar o nosso pensamento quanto ao mundo que nos rodeia, tanto interior como exterior. Enquanto coletivo, vimos de contextos diferentes, com experiências e vivências distintas, que moldam a nossa forma de ver e reagir. Essas mesmas vivências criam uma vastidão de temas e abordagens em jeito de manifesto, reforçando o seu propósito. 

Como ponto de partida, procurámos descodificar um sentido e significado pessoal, levando-nos a diversas outras questões: enquanto indivíduos, o que nos move? O que é que nos preocupa? E neste caminho, chegámos ao encontro daquilo que nos distingue enquanto membros de uma sociedade. 

Inevitavelmente, no processo de trabalho, especialmente com este cariz, deixamos algo de nós. Não obstante, uma das preocupações durante este projeto assentou também naquilo que podemos provocar, colocando o espectador a questionar o seu próprio manifesto.

Pouca Vergonha é uma exposição desenvolvida em parceria com a Sociedade Nacional de Belas Artes e organizada pelo Coletivo Buzina, alunos finalistas do curso de Produção Artística, especialização em Gravura e Serigrafia, no âmbito das disciplinas de Gestão das Artes e de Projeto e Tecnologias.

Expõe a tua vergonha.
Inauguração dia 16 de abril às 18h30. Até lá!

Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão #2

Esta segunda-feira, 18 de março, tem lugar no Auditório AA [sala 312] a segunda conversa do ciclo Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão, uma iniciativa conjunta da disciplina de Português e do curso de Comunicação Audiovisual realizada no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Escola Artística António Arroio.
A segunda sessão conta com a participação dos convidados Pedro Penilo [ex-aluno AA, artista e criativo de comunicação, membro do Manifesto em Defesa da Cultura] e Reginaldo Spínola [actor de Teatro do Oprimido, animador sociocultural, Associação Cultural Moinho da Juventude].
O ciclo Qual a cor da liberdade? promove conversas dinamizadas por estudantes da EA António Arroio com personalidades de diferentes áreas artísticas e outros domínios, incluindo antigos alunos da Escola, que viveram a Revolução do 25 de Abril ou por ela são inspirados.

Venham mais cinco

Escola Artística António Arroio (auditório)
13 de março às 14h30

Apresentação do projeto “Venham mais cinco”, no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho do 12.º K do Curso de Design de Comunicação,especialização em Design Gráfico, em parceria com a Associação José Afonso.

Ollas para uma floresta urbana

A Urbem Forests, um colectivo social constituído inteiramente por voluntários que trabalham em conjunto com vista à conexão de pessoas com as florestas e o meio ambiente promove em conjunto com o curso de produção artística especialização de cerâmica, 11º e 12º anos, a implementação de um sistema de irrigação ancestral na floresta que está a crescer no parque da Bela Vista. Estes potes de barro, vulgarmente chamados de Ollas, foram desenvolvidos pelos nossos alunos e serão enterrados no solo do Parque da Bela Vista, de forma a irrigar as plantas sem desperdício de água por evaporação ou escoamento.

O programa Biosfera da RTP2 fez recentemente uma peça sobre as Florestas Urbanas que pode ser visualizado no link https://www.rtp.pt/play/p12688/biosfera. Entre as iniciativas está o projeto da Urbem com uma breve referência ao trabalho desenvolvido com os nossos alunos.

Exposição “Diários Rasgados”, de Marco Mendes

Marco Mendes é um autor de banda desenhada que se move frequentemente nos territórios da auto-ficção e da autobiografia, numa abordagem transdisciplinar, que cruza a banda desenhada com a pintura ou o desenho de observação. Explorando muitas vezes questões sócio-políticas, através de uma representação e reflexão crítica sobre o modo de vida e o universo dos seus personagens.

Biografia

Marco Mendes: 1978, Figueira da Foz. Autor de banda desenhada, artista plástico e professor de desenho. Vive e trabalha no Porto. Membro fundador do Clube de Desenho, a funcionar no Porto desde 2010 (clubedesenho.com). Para além de inúmeras revistas e antologias de bd, com destaque para as Edições do colectivo “A Mula” e o “Buraco”, publicou na Turbina os livros “Diário rasgado 2007-2012”; “Anos Dourados”; “Zombie” (Prémio  Melhor album no Festival Amadora BD) e “Tutti Frutti”, recolha das BD’s publicadas no Jornal de Noticias. Na Seita lançou em 2022 a novela gráfica “Juventude”.

José Smith Vargas

No âmbito do Concurso de argumentos de BD a decorrer na escola convidamos a comunidade escolar para uma sessão com José Smith Vargas, no dia 1 de março às 12h30, na sala 312.



José Smith Vargas  (Lisboa, 1981) desenhou a crónica do desaparecimento de uma certa Lisboa. Ele recorda-nos o início da (sua) história. Entre 2010 e 2013, presenciou uma série de acontecimentos que dariam para uma novela, uma história. E começou a recolher material e a desenhar. Primeiro para outros textos, depois ao serviço da sua história, na condição de único autor.  A BD é uma paixão de infância que ficou lá na parte de trás do cérebro.Acabou por estudar artes plásticas nas Caldas da Rainha. 

“Quando acabei o curso estava completamente confuso com o mundo da arte contemporânea e a banda desenhada era o único trabalho artístico que me apetecia fazer. Depois trabalhei em tudo e mais alguma coisa – incluindo produção e montagens de arte contemporânea – mas acabei por fazer BD (…).”

«Cumprir» / Oficina de pintura de azulejos na Escola Artística António Arroio

No próximo dia 8 de fevereiro, das 15 horas às 18 horas, na entrada da Escola Artística António Arroio, irá realizar-se uma oficina de pintura de azulejos para os murais coletivos do projeto «Cumprir», inserido nas comemorações dos 50 anos da Revolução de Abril. O artista Miguel Januário, responsável pela conceção artística desta obra coletiva que pretende dar expressão aos valores de Abril, estará presente. Vem pintar um azulejo!

Mais informações em www.pcp.pt/cumprir






Sobre o projeto «Cumprir»
No âmbito das comemorações dos 50 Anos da Revolução de Abril, o Partido Comunista Português [PCP] está a promover a realização de dois murais coletivos de azulejos, com conceção artística de Miguel Januário, em Lisboa – junto à Estação do Rossio – e no Porto – junto à Estação de Campanhã. Nos últimos meses têm sido realizadas em diferentes lugares várias oficinas deste projeto. Os murais são ofertas do PCP às cidades de Lisboa e Porto, articuladas com as respetivas Câmaras Municipais, e pretendem ser uma afirmação de liberdade, democracia e progresso.

Sobre Miguel Januário
Miguel Januário nasceu no Porto, em 1981. É licenciado em Design de Comunicação e doutorando em Design na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi colaborador do espaço de intervenção cultural Maus Hábitos e diretor artístico da Ivity Brand Corp. Atualmente é Head of Art for Sustainability no CEiiA e é representado pela galeria Underdogs. Milita no PCP. É o autor do ‘±MaisMenos±’, um projeto de intervenção que se tornou uma referência nacional e internacional de arte urbana.

Cenas Sobre Cenas

Esta iniciativa tem como objetivo proporcionar uma visão abrangente quer de questões artísticas, conceptuais e técnicas, como da relação com o meio artístico em que os professores convidados também exercem a sua prática profissional. 

A programação de Masterclasses de 5 a 9 de fevereiro, que se dirige a toda a comunidade escolar, irá reunir professores de Cinema, Cinema de Animação e Realização Plástica do Espetáculo, da Escola Artística António Arroio, e convidados externos à escola, com os quais colaboram profissionalmente.

Além da partilha de experiências e do testemunho dos vários convidados, será efetuada a projeção de filmes, mostra de algumas peças e adereços produzidos para os respetivos espetáculos e a exposição dos cenários do filme “A casa para guardar o tempo”, da cineasta e professora Joana Imaginário.

Notas Biográficas

Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão

Esta quinta-feira, 1 de fevereiro, tem lugar no Estúdio 213 a primeira conversa do ciclo Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão, uma iniciativa conjunta da disciplina de Português e do curso de Comunicação Audiovisual realizada no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Escola Artística António Arroio.
A primeira conversa contará com a participação dos convidados e alumni CCB (artista plástica) e JC (designer e ex prof da AA) e o envolvimento das turmas Q e R do 12.º ano.
O ciclo Qual a cor da liberdade? promove conversas dinamizadas por estudantes da EA António Arroio com personalidades de diferentes áreas artísticas e outros domínios, incluindo antigos alunos da Escola, que viveram a Revolução do 25 de Abril ou por ela são inspirados.