Lançamento do fanzine de BD “A António Arroio 4”

Desde 2018 que a Escola Artística António Arroio iniciou a edição de uma coleção de bandas desenhadas de alunos intitulada A António Arroio, que já conta com três volumes. No próximo dia 11 de maio, pelas 15h00, o Museu Bordalo Pinheiro  recebe o lançamento do volume 4 do Fanzine de BD A António Arroio.

A nossa escola foi uma das selecionadas para o projeto “M14-20 a ler” do Plano nacional de Leitura, que pretende promover trabalhos de jovens autores entre os 14 e os 20 anos. Pretende-se igualmente o contacto entre profissionais de diversas áreas e os alunos, de forma a fomentar o interesse pela leitura entre os mais jovens. Este ano, a coordenação do projeto apostou muito na edição do 4.º volume com mais páginas e com a colaboração de dois autores internacionais, Ricardo Cabral e Nuno Plati.

O restante espaço deste volume é ocupado por trabalhos  de alunos realizados nos últimos 3 anos e de dois docentes da nossa escola, os professores Francisco Caldas e Vasco Parracho. Os temas inserem-se  nos temas do projeto de Cidadania e desenvolvimento, nomeadamente  a educação ambiental, a economia sustentável,  o bullying, a saúde mental, a interculturalidade, a paz,  sem esquecer obviamente os 50 anos do 25 de Abril que serão celebrados com duas narrativas ilustradas de letras de Zeca Afonso.

COLHEITA DE SANGUE

No dia 7 de maio, das 9:00 às 13:00, terá lugar uma Colheita de Sangue nas instalações da nossa Escola (sala 312), em parceria com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Contamos com a participação de toda a comunidade escolar, a partir dos 18 anos, nesta iniciativa. Este é um Projeto que convoca a comunidade educativa da Escola Artística António Arroio a uma atitude mais solidária, empática e generosa numa atividade em prol de um melhor futuro.

Não custa nada!

Uma Inundação de Cravos

Cada um, como um ser de características únicas, mas juntos porque assim somos sempre mais fortes. A lembrar como era dantes, para não querer lá voltar, a desejar, no presente do indicativo e a construir, com o olhar num futuro melhor.
A celebrar a liberdade.

Instalação no átrio principal, com cravos ilustrados suspensos, realizados pelos alunos na disciplina de Desenho A.

É ABRIL NA ARROIO

Para comemorar os 50 anos do nosso “dia inicial, inteiro e limpo”, do nosso direito à educação e cultura e da nossa liberdade, vamos celebrar um encontro de escolas na Alameda D. Afonso Henriques, no dia 26 de abril, entre as 10.30 e as 11.30.

O encontro inscreve-se no âmbito da proposta “Vamos todos à Manif”, lançada pelas Comemorações dos 50 anos do 25 abril. Esta ação de cidadania convida os alunos a apresentar as suas reivindicações e a fazer ouvir a sua voz: podem levar cartazes, faixas, flyers ou outros suportes que deem conta das vossas aspirações e do que pretendem para o nosso futuro coletivo.

Na 4ª feira à tarde (dia 24) estaremos no pátio da escola a preparar materiais; na 5ª feira (dia 25), a partir das 14.30, temos o desfile na Avenida da Liberdade; e na 6ª feira (dia 26) encontramo-nos à porta da escola às 10.15 e estaremos de regresso às 11.45.

Quanto Vale a Liberdade? / Descobrir Caminhos…

Integrada na instalação / jogo Quanto Vale a Liberdade? Dramaturgias da Revolução, a instalação / percurso Descobrir Caminhos… reúne objetos interativos realizados pelos alunos de Realização Plástica do Espetáculo do 12.º H 23/24, no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho, em parceria com a Fábrica das Artes / Centro Cultural de Belém.

Vem participar nesta viagem e encontrar a tua Liberdade, de 25 de Abril a 29 de Setembro, na Fábrica das Artes / Centro Cultural de Belém.
Para mais informações consultar:
https://www.ccb.pt/evento/quanto-vale-a-liberdade/2024-04-26/
A entrada para a instalação é feita mediante inscrição para o número (+351) 213 612 899 ou para o e-mail fabricadasartes@ccb.pt.

Os alunos e professores de PT-RPE 12.º H 23/24: Isabel Andrade, Inês Gonçalves, Inês Solheiro, Kikas Pão Alvo, Lia Lopes, Margarida Pinheiro, Matilde Almeida, Matilde Helena Lourenço, Matilde Reis Martins, Núria Monge, Rita Manso / Alexandra Lisboa, Hugo F. Matos, Luís Santos, Rita Anahory.

“O país tinha despertado vestido de Primavera!”

Graça Marques Pinto (Magaça), militante anti-fascista, vivia na clandestinidade no 25 de Abril.

Exposição de Objectos, Gravuras e Serigrafias 19 de Abril a 3 de Maio (Finissage 3 de Maio, a partir das 17:00) Corredor Central, Escola Artística António Arroio.

O 25 de Abril foi mudança e possibilidade, foi alegria e reencontro, o nascimento da nossa democracia. O que comemoramos hoje pode ser muitas outras coisas, tantas quantas são as perspectivas individuais sobre a História, o momento presente e o futuro que se constrói.

Pode ser celebrado como conquista, como fruto de coragem e visão. Mas também implicou caminhos divergentes, rupturas, objectivos e desvios. Se o que vivemos hoje é sonho cumprido ou desilusão, vale a pena ouvir.Os alunos do 11º ano da especialização em Gravura|Serigrafia foram convidados a fazer uma recolha de objectos e histórias pessoais de familiares ou amigos que tenham vivido a Revolução de 25 de Abril de 1974.As gravuras e serigrafias que aqui se expõem são o resultado de um processo de reflexão sobre as perspectivas únicas que cada um recolheu, respeitando a sua visão e diversidade.

Dia da Terra | Earth Day Cleanup

No âmbito da celebração do Dia da Terra | Earth Day apresenta-se um programa de atividades no pátio de entrada da escola, incluindo a chamada “Ilha”, durante todo o dia 22 de Abril (segunda-feira), a partir das 11h45.

Objetivos:
– Criar um espaço comum limpo e não poluído;
– Promover hábitos duradouros de conservação e civismo;
– Agir coletivamente para criar algo simples, útil, e esteticamente agradável.

Atividades:
– Limpeza do pátio de entrada e “Ilha”, com recolha diferenciada de resíduos: plástico/papel, beatas, outros;
– Recolha das beatas para posterior envio à empresa que faz a sua transformação em outros produtos;
– Workshop de origami: construção de cinzeiros portáteis a partir da reutilização de materiais recicláveis (vídeo de referência), etc.;
– Criação de cartazes e banners alusivos ao Dia da Terra.
Materiais necessários:
– Garrafões de plástico vazios (5 litros) para recolha das beatas;
– Pacotes tetra pak de 1 litro (de leite, sumo, etc.), enxaguados, aparados (cortar o topo e o fundo) e abertos;
– Papel reutilizável;
– Agrafador e tesouras;
– Papel de cenário, tintas, marcadores.

Participantes:
– Toda a comunidade, individualmente e em grupos/turmas é convidada a participar ativamente nas atividades, e/ou a contribuir com alguns dos materiais necessários, nomeadamente pacotes tetra pak e garrafões de plástico.

Feliz Dia da Terra! Happy Earth Day!

Arte e Revolução

Evocação das ações desenvolvidas pelo MDAP no pós 25 de abril: ocupação do Palácio Foz em 28.05.1974 e a Pintura Coletiva do mural do Mercado da Primavera, realizada por 48 artistas (+ 2) na Galeria de Arte Moderna, em Belém, em 10.06.1974.

››Filipa Lowers Vicente  
professora e investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

››Cristina Pratas Cruzeiro
investigadora do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

››Emília Nadal, Helena Lapas (ex-alunas da AA),  David Evans  e Lima de Carvalho
artistas fundadores e membros do MDAP

Palavra e Revolução

Os alunos do 11º O do Curso de Design de Comunicação recriaram frases e slogans criados pelo MDAP, com vista à sua afixação no espaço escolar, celebrando a intervenção cívica dos artistas portugueses no pós 25 de abril de 1974.

À MEZZA

Duas turmas do 12º ano foram desafiadas a conceber objetos que pudessem ser usados no serviço de mesa do Mezze. Deste diálogo nasceu um conjunto de peças, que estarão expostas no Mercado de Arroios, no dia 20 de Abril, entre as 12h e as 16h.

Todo o processo foi verdadeiramente colaborativo: entre os alunos e o Mezze, e entre alunos e professores, que colocaram a trabalhar em conjunto a turma do curso de Produção Artística – Cerâmica com a turma de Design de Produto, num cruzamento de práticas e abordagens. “Aprendi imenso a trabalhar em conjunto e em saber colocar as ideias na mesa e a organizarmo-nos como um todo”, diz a estudante Noa Gouveia.

Após a construção dos protótipos, o projeto transcendeu as fronteiras da sala de aula, envolvendo os alunos numa experiência significativa que vai além do simples ato de criar.

A exposição resultante é uma celebração da diversidade e singularidade, apresentando uma coleção eclética de objetos que desafiam as nossas noções preconcebidas de arte e design.

Dia 20 de Abril, com o apoio da Junta de Freguesia de Arroios e do Restaurante Mezze, os projetos estarão expostos no Mercado de Arroios.