Diz-me um provérbio e dou-te de comer

Em troca de um PROVÉRBIO, vem descobrir e degustar ALIMENTOS DA ÉPOCA, na sala 313.
Semanas de:
- 18 a 21 de outubro
- 15 a 18 de novembro
- 13 a 16 de dezembro
APARECE!!!
Um Projeto da Biblioteca Escolar Arroiana

Em troca de um PROVÉRBIO, vem descobrir e degustar ALIMENTOS DA ÉPOCA, na sala 313.
Semanas de:
APARECE!!!
Um Projeto da Biblioteca Escolar Arroiana
30 september – 14:00 till 18:00 h
Instalação | Entrada da escola

Our school in Hamburg, Stadtteilschule Ida Ehre) has a strong connection to the field of Arts and is fortunate to be able to carry out an intercultural art project funded by the European Union (Erasmus+) with the António Arroio art school based here in Lisbon, bringing both closer in our pedagogical experience in the field of artistic and audiovisual production.
The art project that we present on 30th september, is dedicated to the exploration of the foreign, in the sense of a never-ending source of art, culture, education – in other words, the origin of art and learning. The matrix of this exploration will be the artistic research of the city of Lisbon, in particular the finding of contemporary forms of possible applications of so called situationist strategies. The core of the exploration of this artistic method is the continuous overcoming of habitual modes of perception and action, in the sense of a curiosity about the foreign within one’s own – in other words, an experimental opening to form-openness.
So, we invite you all to get involved and visit our collective installation in front of our school building`s main entrance.
Corredor do ginásio – 15 de Junho a 20 de Dezembro de 2022
Nesta Mostra temos um conjunto de trabalhos que ilustram as diferentes experiências realizadas na disciplina de Projeto e Tecnologias do 10º ano Comum. A maioria dos trabalhos tem uma abordagem ao tema “Direitos Humanos”, e foram realizados nos cursos de Comunicação Audiovisual (Cinema e Vídeo/Fotografia), Design de Produto (Madeiras), Design de Comunicação (Meios Digitais e Serigrafia) e Produção Artística (Cerâmica, Ourivesaria e Têxteis). Estes trabalhos tiveram como ponto de partida os artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, as visitas de estudo com o convite à interpretação de referências dos espaços expositivos e dos espaços naturais. Todos os objetos foram realizados segundo a metodologia projetual própria de cada oficina na parceria entre as componentes de Projeto e de Tecnologias.”
07 junho | Lançamento online
Enquanto Seres Humanos, temos questões.
Na nossa sociedade, essas questões são, muitas vezes, inibidas por medo, respeito ou até vergonha. A finalidade deste projeto é desmistificar tabus desnecessários, transformando-os em assuntos debatíveis, através de uma comunicação gráfica informativa com o intuito de promover a reflexão e discussão de um determinado assunto. Nesta edição, o tema é a transexualidade.
Visita aqui: https://maxlovesdream.wixsite.com/destabuar
6ªfeira -dia 3 de Junho | Sala 312
1ª sessão – 10:30 h
2ª sessão – 14:30 h
3ª sessão – 16:15 h
Lama e Alvorada é um filme coletivo, fruto de uma caminhada por uma antiga lavra a céu aberto. A câmara circulou de mão em mão debaixo de um sol abrasador, guiada por olhares espontâneos mas atentos às relações entre espécies, sob o signo da hospitalidade de um guardião do rio.
É um filme-poema e em processo que iremos partilhar, em película 16mm, sem correção de cor, com o som separado da imagem e ainda sem mistura. Breve e analógico.
Lama e Alvorada, o filme (16 mm), foi precedido por Lama e Alvorada, a prática pedagógica: meses de aprendizagem mútua, a ver, sentir e pensar com cinema experimental, político, e ecológico; a tecer cartas a partir de jornais de informação crítica, leituras em voz alta, conversas e caminhadas sensoriais ao longo do rio Tejo; visitas a hortas urbanas e a jardins, a cinemas e a galerias de Lisboa. Micro gestos para reencenar as nossas visões do mundo.
Tratou-se de uma experiência pedagógica indisciplinada entre Sílvia das Fadas, Rafaela Gonçalves, Madalena Gouveia, Madalena Martinez e Miriam Pedrozo, acompanhada por Helena Tavares e Catarina Nascimento das Galerias Municipais de Lisboa, e pelo professor Hélder Castro da Escola Artística António Arroio.
O projeto Pratas da casa apresenta várias perspetivas dentro da área de ourivesaria numa partilha de experiências neste ramo. Temos por âmbito dar acesso a um lado mais íntimo da experiência dos alunos em oficinas.
Gostaríamos de vos transmitir o nosso percurso artístico assim como profissional através de palestras a decorrer no dia 1 de junho, com Teresa Milheiro e António Rosário, na escola António Arroio. Assim como na inauguração do site Pratas da casa a apresentar projetos de estudantes da turma 12°H.
Convidamos-te a participar nesta experiência especialmente se estás em ourivesaria ou não tiveste oportunidade, anteriormente, de assistir a palestras sobre o percurso profissional e como o irás executar no futuro.
Até mais ver!
27 maio | Lançamento online

A OPA, Organização da Promoção dos Audiovisuais, é constituída por alunos do 12ºO do Curso de Comunicação Audiovisual – na especialização de Fotografia | Cinema e Vídeo.
Convidamos-vos a explorarem a escola e descobrirem os QR codes assinalados com o Basta Nadar. Este é o mote para aceder a diversas fotos e vídeos, que são parte do nosso trabalho, desenvolvido na disciplina de Projeto e Tecnologias. Um olhar diferente, que retrata a nossa experiência neste curso, assinalado neste projeto que foi desenvolvido no âmbito da disciplina de Gestão das Artes.
Para aqueles que tenham interesse em seguir esta área podem ver algumas das nossas experiências, momentos e fases de trabalho. Um pequeno behind the scenes dos nossos processos e inspirações, os nossos diversos rascunhos que nunca chegaram a ser expostos no produto final.
Esperamos que a abertura de horizontes que o nosso curso nos proporcionou vos possa despoletar um novo interesse nesta área, e estimular os próximos anos que por cá vão passar.
Arroianos, como peixes na água, Basta Nadar!
https://bastanadaropa.wixsite.com/bastanadar

Exposição de Gravura e Serigrafia dos alunos finalistas
Na quarta-feira, dia 1 de Junho, às 18.30h, inaugura a exposição “Saramago, 100 anos a renascer.” Resultado da parceria com a Fundação José Saramago, no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho do curso de Produção Artística, especialização em Gravura/Serigrafia.
Apareçam!
Fundação José Saramago
Rua dos Bacalhoeiros, 10
Lisboa

Após o lançamento do 3.º volume do fanzine “A António Arroio” na Biblioteca Camões, no passado dia 5 de Maio, a coleção completa já está à venda na papelaria da escola e com promoção, independentemente do volume que queira adquirir. Assim:
1 exemplar = 8 euros
2 exemplares = 15 euros
3 exemplares = 20 euros
23 a 30 maio | Piso 0 | Corredor junto à Associação de Estudantes
Ao colocar em foco o papel do erro como tema relevante à educação em arte, descortinam-se possíveis novas compreensões do significado do erro nos diferentes contextos atuais de formação. Para iniciar, comecemos por definir o que o erro significa para nós. O erro é, desde o início da nossa civilização, uma fonte de medo e vergonha. É uma espécie de “bicho papão” que se alimenta das nossas inseguranças mais profundas, criando um certo medo e hesitação no ser humano. Nós, pelo contrário, pensamos que experimentar o fiasco e a frustração inerente a ele é o que, no fundo, nos torna humanos.
E se o Erro não for o fim, mas antes um começo, um meio para despoletar o processo criativo? E se houver um espaço na escola para errar? Conseguimos virar o Erro do avesso?
O projeto Arrisca-te, desenvolvido no âmbito da disciplina de Gestão das Artes, apresenta parte do processo de aprendizagem realizado por diversos alunos na disciplina de Desenho A.
O que une estes trabalhos não é um tema ou um produto final, mas sim o assumir do erro. Propomos um ambiente onde possamos sentir-nos desprendidos, desenhar sem pensar duas vezes, libertar o fluxo criativo que temos dentro de nós. Cremos que sem o obstáculo do medo de errar à nossa frente, somos capazes de arriscar, e é através desse ato que conseguimos evoluir e alcançar algo novo.
Com esta partilha de erros surge também a troca de opiniões, sugestões. Aqui, pode transformar-se então o erro numa ponte para a criação, num mural coletivo, como forma de combate ao perfeccionismo e frustração que daí advém. Este erro que antes condicionava o nosso trabalho converte-se agora em espontaneidade.
Com o resultado coletivo obtido propomos criar um objeto artístico que eterniza esta experiência e dinâmica sugerida pela Associação do Avesso.
Portanto, atira-te de cabeça nesta experiência, arrisca-te!
Mais informações: https://associacaodoavesso.wixsite.com/arrisca-te