Adequações Curriculares

Isto é o dever à presunção de competências
16 mai | 16:30 h | sala 301

No âmbito da iniciativa do Conselho Geral para promover  o debate e formação  na área da Educação Inclusiva, foi convidado o Prof. Doutor Joaquim Colôa, docente de Educação Especial, para uma palestra subordinada ao tema Adequações Curriculares – Isto é o dever à presunção de competências.

Esta iniciativa é aberta a todos os professores e encarregados de educação.

Dada a limitada lotação da sala 301, agradecemos que todos os interessados efectuem a sua inscrição na folha que se encontra no gabinete da D. Goreti.

Master Class BoCA | Biennial of Contemporary Arts

A BoCA de MUSA PARADISIACA
15 maio | 16h10 – 17h45 | sala 301

A Musa paradisiaca é um projeto artístico de Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986), centrado no diálogo. Assente em parcerias temporárias com entidades de variada competência, Musa paradisiaca assume diferentes formas, mantendo um carácter discursivo e participativo. Daí deriva a proposta para a criação de uma família pensante que, a várias vozes, se afirma. Em 2017, no contexto da BoCA, conceberam a sua primeira instalação para o espaço público, “Casaanimal”, um lugar que partilha qualidades de abrigo, capela e estábulo. Ao albergar um conjunto de eventos propostos através de uma Open Call, a “Casa-animal” é constantemente redefinida pelos seus ocupantes.

Focada na condição transitória ou nómada de um lugar definido por relações, acontecimentos e necessidades particulares, esta é uma escultura-monumento-palco construída para o encontro temporário e não-mediado entre Amadores.

Sob o pretexto de uma parceria desenhada entre a BoCA e a Escola Artística António Arroio, inicia-se o ciclo de encontros “A BoCA de” que convida artistas a partilharem a sua experiência no contexto da BoCA. A 15 de maio (16h10-17h45), a Musa paradisiaca desloca-se à António Arroio para falar do seu trabalho e dialogar com a comunidade escolar.

Org: Gestão das Artes
http://www.bocabienal.org/
facebook.com/boca.bienal
https://gestaodasartes.wordpress.com/

Concurso de Desenho 2018


Este concurso tem como objetivos promover e estimular o interesse pelo Desenho, incentivar a produção de trabalhos de qualidade e valorizar o trabalho dos alunos no contexto curricular da disciplina.
Convidam-se todos os alunos da Escola a participar no Concurso de Desenho António Arroio 2018, com entrega de trabalhos nos dias 14 e 15 de Maio.
Serão atribuídos 3 prémios por ano de escolaridade.
Os prémios têm duas componentes – uma formativa e outra em materiais de Desenho.
A recepção de trabalhos será feita na sala 525, nos dias supra referidos, no período das 10.00 às 13.00h e das 15.00 às 18.00h.
Cada aluno só pode concorrer com o máximo de dois trabalhos.
A entrega de cada trabalho a concurso é feita dentro uma capa, em cartolina tipo duplex ou similar, opaca, com todas as aberturas devidamente seladas por fita cola larga e/ou agrafes. Entregam conjuntamente com cada capa, um envelope fechado e selado com a identificação e informação requerida, no interior. Não pode haver qualquer identificação visual no exterior de ambos – capa e envelope.
Bons trabalhos!

Consulta o regulamento aqui.

TELA CHEIA – Do arquivo à parede

Exposição de trabalhos dos alunos 12ºQ inseridos no contexto da Mostra d’Artes 1718
10 e 11 de maio | 16:30 | Piso -2

 

Tela Cheia é o primeiro projeto da organização Putos Verdes e consiste na exibição de Provas de Aptidão Artísticas de antigos alunos da Escola Artística António Arroio, num ambiente casual onde toda a comunidade escolar se pode juntar e trazer os arquivos de volta a parede.

Tragam a vossa verdura mas sejam maduros!

Mais informações em: https://putosverdes.wixsite.com/telacheia

Dois Meios Igual a Um

Exposição de trabalhos dos alunos do 12º G
10 maio | 19:00 h | Fábrica de Braço de Prata

Uma exposição realizada por alunos de Produção Artística, no âmbito da disciplina de Gestão das Artes, onde se reúnem duas áreas distintas: Realização Plástica do Espetáculo e Têxteis.
Venham fazer parte de dois meios que partilham o mesmo espaço, sendo este unificado pela valorização da experimentação enquanto fator crucial para a produção artística contemporânea.

Cineclube Edgar Sardinha & Dia L

Extensão – Cine Eco Seia | Maio de 2018

Neste mês de maio, o nosso Cineclube, em parceria com o projeto «Dia L», irá acolher pela primeira vez a Extensão de um Festival, o Cine Eco | Seia — Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela que, pela sua história e missão, merece destaque.

Esta será uma oportunidade única para conhecer vários filmes premiados ou que integraram a programação da edição 2017.

Nos dias 14 e 15 estão previstas as projeções, na sala 301, dos filmes: Coros do Anoitecer, de Nika Saravanja e Alessandro D’Emilia, vencedor do Grande Prémio Cine Eco 2017; Baía Urbana, de Ricardo Gomes, vencedor do Grande Prémio Lusofonia / Camacho Costa; e Rio Azul: Pode a Moda Salvar o Planeta?, de David McIlvride e Roger Williams. Entretanto, e tendo em conta a adesão no mês passado, entre os dias 10 e 23 terá novamente lugar a iniciativa «Cinema no Átrio», sendo projetadas, em contínuo, diversas obras cinematográficas de diferentes geografias. Todos os dias será apresentado um novo filme!

Cine Eco | Seia é um prestigiado festival de cinema internacional dedicado à temática ambiental no seu sentido mais abrangente. Realiza-se anualmente, em Outubro e de forma ininterrupta desde 1995, por iniciativa do Município de Seia. Além da secção competitiva e de vários ciclos de cinema, o Festival costuma promover um conjunto de atividades paralelas.

Vem e traz outro amigo também!

A Arte de Mudar

30 dias para o clima
Exposição sobre uma experiência de mudança coletiva
9 mai | 19:00 h | Lagar da Quinta de S. Vicente – Telheiras

E se mudássemos mesmo? O que significa mudar um hábito para mim e para os que me rodeiam? Qual é o impacto da minha mudança no clima?

24 alunos e alunas da escola António Arroio decidiram MUDAR e adotar um hábito mais sustentável por 30 dias: alguns deixaram de comer carne, outros pouparam água e eletricidade, e alguns mudaram os seus padrões de consumo. Entre 12 Janeiro e 10 de Fevereiro 2018, os alunos do 11º ano da turma L exploraram o que significa fazer uma mudança de HÁBITOS, analisaram os obstáculos e refletiram sobre a pegada de carbono de vários produtos, sobre normas sociais, sistemas socioeconómicos e sobre valores culturais. Ao fim dos 30 dias, cada aluno desenvolveu um PROJETO ARTÍSTICO sobre a experiência da mudança: um desdobrável e um cartaz.

A exposição mostra os resultados desta experiência coletiva que resulta duma colaboração entre o projeto Art For Adaptation (CE3C, Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa), a Escola Artística António Arroio e a startup norueguesa cChange. A ideia desta colaboração é visualizar a ligação entre um problema à escala global e os comportamentos diários de cada um. Com a abordagem experiencial pretende-se refletir sobre mudanças de comportamento com os seus desafios e aprendizagens e espera-se criar conhecimentos que possam inspirar e capacitar outros.

O projeto Art For Adaptation procura explorar novas abordagens à temática das alterações climáticas através de elementos artísticos e assim aumentar a consciência e o empenho dos participantes (jovens e adultos) e da população em geral para as alterações climáticas. É um projeto pós-doutoramento financiado pela Fundação de Ciência e Tecnologia (ref. SFRH/BPD/115656/2016).

Mais informações em www.artforadaptation.com

Facebook: ArtForAdaptation
Instagram: artforadaptation
Contacto: jhbentz@fc.ul.pt

Direitos Humanos | Pessoas Refugiadas

com a Eurodeputada Marisa Matias
9 mai | 15:00 h | sala 301

De repente, parece que se deixou de falar das pessoas refugiadas e, progressivamente, foram apagadas da memória as trágicas mortes ocorridas no Mar Mediterrâneo, esse extenso mar calmo que une culturas e povos tão diversos. O que tem acontecido?

A Eurodeputada Marisa Matias, em conjunto com outros membros do Parlamento Europeu, já visitou diversos campos de refugiados/as, pessoas que foram forçadas a abandonar as terras onde nasceram.

Esta conversa com Marisa Matias visará abordar e analisar a situação atual destas pessoas. Desafiamos a refletir sobre algumas questões: Quem são efetivamente as pessoas refugiadas? O que se tem feito na Europa para resolver as suas vidas? O que se pode e deve ainda fazer? O que se deveria ter feito no Mundo para evitar que tantas pessoas vivam em “campos de refugiados”?

Neste dia, evocamos, assim, o dia da Europa ou o dia da União Europeia, e também a defesa dos Direitos Humanos.

E agora, conseguem ver?

No passado dia 23 de abril o 11ºP procedeu à limpeza do espaço exterior da escola, no âmbito do projeto “Dia L” e da disciplina de Gestão das Artes, da qual resultou uma instalação artística na entrada da escola.

O objectivo foi simples: sensibilizar a população escolar para a quantidade de lixo que produz apenas numa hora de almoço. Esta obra foi feita a partir da recolha do lixo da ilha e visou juntar o lixo disperso num espaço específico. Estas massas compactas permitiram uma visualização clara das quantidades de detritos produzidos. Após a recolha e separação do lixo por material (plástico, papel e beatas), suspenderam-se os sacos. Instalou-se uma faixa preta com um graffiti evocando o título, “E agora, conseguem ver?” como formulação da mensagem que pretende confrontar as pessoas com o seu lixo, colocando-as numa posição de desconforto perante a sua irresponsabilidade.

Apesar da iniciativa, a comunidade escolar permanece indiferente, pois continuamos a observar o lixo espalhado nos mesmos locais. Outras turmas continuam a colaborar na recolha do lixo, como aconteceu no dia 30 de abril com os estudantes do 10ºG, que se intitularam AgroArtistas. Aliando criatividade a um ato de cidadania, o que teve de ser feito foi feito, resta esperar por resultados positivos e continuar a consciencializar as pessoas para um problema real.

Texto colaborativo da autoria do 11ºP

Procura-se noiva | Cabeçudos com Twist

3 maio | 21:00-21:30 | Teatro Municipal Maria Matos – Foyer

Este é um evento integrado na abertura do Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas (FIMFA), que este ano atinge a sua maioridade.

Fruto da parceria estabelecida entre a Escola Artística António Arroio e A TARUMBA – Teatro de Marionetas, estrutura profissional promotora do FIMFA, esta atividade dinamiza-se no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho dos alunos do 12º F, Curso de Produção Artística, especialização em Realização Plástica do Espetáculo. O enlace nasceu da vontade comum em procurar novas relações entre a criação artística e o público, partindo do cruzamento de várias linguagens plásticas.

Emergindo da união entre o tema do casamento e os loucos anos 20, as ideias do grupo/turma percorreram várias etapas, num compromisso entre a interpretação de cada aluno e o projeto desenvolvido de forma colaborativa, segundo as diferentes áreas de realização (cenografia/figurinos – cabeça/traje de cena), e o desafio acrescido de “habitar” uma segunda pele.

Venham partilhar a festa com esta jovial família de cabeçudos. Está na hora do casamento… Só falta a noiva!

http://www.tarumba.pt/2018/pt/fimfa/actividades-complementares/cabecudos-twist