Ponto de Açúcar

Conversa com a mediadora cultural Sílvia Moreira
24 de Maio | sala 301 | 14h30
O próximo Ponto de Açúcar é dedicado à mediação cultural. Vamos receber Sílvia Moreira numa conversa aberta a toda a comunidade escolar.
Sílvia Moreira nasceu em Lisboa e viveu cinco anos nas Caldas da Rainha onde fez a licenciatura em Artes Plásticas (1997-2002). Em 2011, obteve o grau de mestre em Ensino das Artes Visuais. Durante alguns anos, desenvolveu projetos artísticos individuais cujos processos envolviam pessoas e que resultavam desses profícuos encontros. Em 2006 decidiu firmar o seu percurso profissional concebendo e dinamizando projetos artísticos coletivos em museus, centros de arte, nomeadamente, nos Museus da Fundação Calouste Gulbenkian, na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Culturgest, no Museu Coleção Berardo, entre outros. Tem desenvolvido projetos de intervenção artística em bairros sociais como, por exemplo, o Projeto Intervir – Gulbenkian no bairro do Zambujal (em 2008 e 2011) e o Videografias no bairro do Tarujo (2013/2014). Trabalha com pessoas de todas as idades e, consoante os projetos, explora diversos meios e disciplinas artísticas: desenho, pintura, escultura, instalação, fotografia, vídeo, poesia, etc. Em 2016, foi um dos membros fundadores da Andaime, uma cooperativa que desenvolve projetos de educação artística e ambiental. Artista plástica, investigadora, educadora e mediadora cultural. Sente-se realizada a promover experiências de aprendizagem e de partilha de conhecimento, com todos, através da arte e do património. Considera a mediação cultural a arte da relação.
Apareçam!
A Equipa de Gestão das Artes

Mais informações aqui: https://gestaodasartes.wordpress.com/

O Desenho como performance

com António Jorge Gonçalves
23 maio | 11:00 h | sala 212 E

O objectivo é divulgar o método e a dinâmica performativa do desenho digital em tempo real, possibilitando aos participantes a experimentação directa das suas possibilidades.
Pretende-se também inspirar o desenvolvimento da potencialidade performativa do desenho, que já é uma ferramenta de expressão ao alcance de todos. Com esta acção procura-se que este método possa vir a ser utilizado e transformado por outros performers, noutros contextos.
Numa primeira parte contextualiza-se o percurso de AJG no âmbito do desenho e das práticas interdisciplinares, numa segunda parte demonstra-se o método de desenho digital em performance desenvolvido pelo artista e dá-se a possibilidade aos participantes de explorarem as possibilidades de articulação com esta linguagem.

Apresentação do livro DESENHOS EFÉMEROS sobre a actividade performativa – desenho digital em tempo real e a manipulação de objectos em retroprojetor de transparências – do artista visual António Jorge Gonçalves. As mais de 150 performances realizadas pelo artista entre 2003 e 2017, a solo ou em diálogo – com parceiros tão distintos como a banda Galandum Galundaina ou a Orquestra Metropolitana de Lisboa, o pianista Bernardo Sassetti ou a coreógrafa Amélia Bentes – ficaram apenas na memória de quem esteve presente.

Esta é uma primeira atividade do ciclo de Conferências da Primavera, que conta com a colaboração do Cineclube Edgar Sardinha, do Curso de Comunicação Audiovisual e da empresa Bazar do Vídeo.

Escrever Com Arte – premiados

Consulte aqui a lista de alunos premiados na 6ª edição do concurso Escrever Com Arte.

A escola agradece a participação de todos os alunos que concorreram, e dá os parabéns aos alunos selecionados.
Informamos que a entrega de prémios se realiza no dia 6 de junho, cerca das 14:15, na sala 301. Estão naturalmente convidados os familiares, amigos e colegas dos alunos premiados.

Semana da Educação Artística da UNESCO

Conferência
21 maio | 14:00 h | sala 301
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O diretor convida os professores, pais e encarregados de educação, alunos e parceiros a participarem no debate inserido na semana da Educação Artística da Unesco, conforme este programa.

Contamos com a vossa presença!

EXTENSÃO – CINE ECO SEIA | ENTRELAÇADO 00

CINEMA PARA ALÉM DA TELA!

Inspirados no filme Coros do Anoitecer, exibido na Extensão do Cine Eco | Seia – Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela, uma atividade promovida pelo nosso Cineclube e pelo projeto «Dia L», o professor Nuno Carmo e a professora Andreia Sá, da especialização em Têxteis do curso de Produção Artística, estão a promover a construção de um painel coletivo de caráter experimental, na entrada da escola, onde todas/os são convidadas/os a intervir.

A partir de ideias de sustentabilidade e cooperação, a intervenção será desenvolvida ao longo dos próximos tempos e terá um crescimento orgânico. Conjuntamente com alunas/os do 10º, 11º e 12º anos, (re)utilizam-se fragmentos e matérias têxteis dando-lhes outra vida e conferindo-lhes novos significados.

Na sessão de trabalho desta quarta-feira participaram as alunas Adriana Duarte Costa (12º G), Beatriz Ribeiro (11º Q), Júlia Junqueira (11º Q), Filipa Sargaço (10º D) e Martha Reis (11º H). A próxima sessão realiza-se na sexta-feira, dia 18, a partir das 16h.

A aluna Beatriz Ribeiro, do curso de Comunicação Audiovisual, realizou este extraordinário vídeo time lapse da primeira sessão! Obrigado, Beatriz!

Vem e traz outr@ amig@ também!

Master Class BoCA | Biennial of Contemporary Arts

A BoCA de Salomé Lamas
18 maio | 10:10 h – 11:30 h | sala 301

«Salomé Lamas trabalha documentários e projetos artísticos híbridos explorando novos caminhos, tanto quanto à forma como ao conteúdo. São obras que desafiam a metodologia convencional de produção cinematográfica, transpondo a demarcação entre as várias formas cinematográficas e artísticas de expressão estética. Os projetos em que se concentra são uma tentativa de diluir a suposta fronteira entre documentário e ficção, cujo foco principal é a relação intrínseca entre narrativa, memória e história, utilizando a imagem em movimento para explorar o traumaticamente reprimido, o aparentemente irrepresentável ou o historicamente invisível, desde os horrores da violência colonial até às paisagens do capital global. Em vez de se colocar numa situação periférica, algures entre o cinema e as artes visuais, ficção e documentário, Salomé Lamas transforma-os numa linguagem própria, desafiando, também, a divisão entre géneros e modos de exibição. Em 2017, no contexto da BoCA, Salomé Lamas concebeu a sua primeira criação de palco, “Fatamorgana” (Centro Cultural de Belém), projecto que terá uma materialização cinematográfica (em construção).

Sob o pretexto de uma parceria desenhada entre a BoCA e a Escola Artística António Arroio, incia-se o ciclo de encontros “A BoCA de” que convida artistas a partilharem a sua experiência no contexto da BoCA. A 18 de maio (10h-11h30), Salomé Lamas desloca-se à António Arroio para falar do seu trabalho e dialogar com a comunidade escolar.

Org: Gestão das Artes
http://www.bocabienal.org/
facebook.com/boca.bienal
http://gestaodasartes.wordpress.com/

Filme “Os Nós e a Escola”

No dia 17 de Maio na sala 301, serão exibidas 3 sessões (13h30/14h30/15h30) do documentário “Os Nós e a Escola” que pretende abordar um lado mais positivo da Escola Artística António Arroio e o seu ambiente.

Queremos dar a conhecer ao público o que se ensina nesta escola, mas principalmente mostrar o que faz com que, no dia-a-dia da Arroio, as pessoas criem laços de afeto entre si. No documentário observa-se um contraste entre a noção do “eu/profissão” e os “nós/relações”. Verifica-se assim uma tentativa de aprofundar a razão pela qual os laços que se estabelecem entre os “arroianos” conseguem muitas vezes superar o lado negativo dos afazeres e das obrigações da profissão.

Contamos com a vossa presença!

FAITES DES BIJOUX, PAS LA GUERRE

EXPOSIÇÃO ITINERANTE DE JOIAS
Escola Artística António Arroio | 15 maio > 6 junho 2018

A Escola Artística António Arroio e os alunos e professores do Curso de Produção Artística, especialização em Ourivesaria, convidam a comunidade escolar para a inauguração da exposição no próximo dia 15 de maio, a partir das 18 horas.
A exposição apresenta a primeira coleção de joias realizadas por alunos de quatro escolas parceiras que desenvolveram o projeto de intercâmbio europeu no âmbito do programa Erasmus+ 2017-2020.
As joias Memento apresentam-se unidas numa tipologia variada, numa amálgama de conceitos, formas, volumes, materiais, cores, texturas, escalas, pesos, levezas e diferentes preciosidades. Têm como referência a figura histórica do cônsul Aristides de Sousa Mendes no contexto da 2ª Guerra Mundial e a repercussão da sua ação sobre a humanidade. Evocam memórias de um tempo passado em interconexão com os valores de União, Património e Cidadania, revelando no presente os diferenciados
olhares e culturas para salvaguardar os desejos e os compromissos da vida no futuro.
A exposição encontra-se em itinerância transnacional de janeiro a junho de 2018 num percurso inaugurado em França – Saint-Amand Montrond, Bélgica – Namur, Itália – Valenza e que terminará em Portugal – Lisboa.

 

BIJOUX PLE

EXPOSIÇÃO ITINERANTE DE JÓIAS
Escola Artística António Arroio | 15 maio > 6 junho 2017

As escolas do PLE – Parlement Lycéen Européen, ligadas pelo ensino de Ourivesaria, marcam presença anual na Escola Artística António Arroio com trabalhos de alunos de Liepaja, Lisboa, Madrid, Namur, Saint-Amand Montrond, Thessaloniki, Valenza, Volos e Porto. A exposição encontra-se em itinerância transnacional desde novembro de 2017 a Setembro de 2018 num percurso inaugurado em Madrid, passando pelo Porto, Saint-Amand Montrond, Namur, Liepaja, Valenza, Lisboa, Antuérpia e que terminará em Londres e Birmingham.
A Escola Artística António Arroio e os alunos e professores do Curso de Produção Artística, especialização em Ourivesaria, convidam a comunidade escolar para a inauguração da exposição no próximo dia 15 de maio, a partir das 18 horas.
A exposição estará patente até ao dia 6 de junho.

Exposição After The Gold Master Pieces

Tecnologia de Fotografia _ Curso de Design de Comunicação – 11ºK 2017 e 11ºM 2018
De 14 de Maio a 15 de Junho

No início do séc. XIX, quando a fotografia dava os seus primeiros passos, as máquinas fotográficas eram grandes e pesadas caixas de madeira polida com aplicações de metal. Representando a essência da técnica fotográfica, possuíam uma abertura com uma lente que dirigia a luz para o fundo da câmara escura onde se encontrava uma chapa de vidro com a emulsão.

As primeiras emulsões fotossensíveis dos – daguerreótipos, calótipos ou colódios húmidos – eram ainda pouco sensíveis e obrigavam o fotografado a longos tempos de exposição. Somente no início da década de setenta começaram a aparecer as primeiras chapas utilizando gelatina, aumentando a sensibilidade das emulsões e, consequentemente, a sua rapidez.

Aqui apresentamos fotografias que realizámos com papel fotográfico colocado no lugar da chapa ou vidro, com o tempo de exposição de dez segundos. A inspiração formal teve como base o trabalho do fotógrafo holandês Hendrik Kerstens, e a pintura referente ao Século de Ouro dos Países Baixos como são exemplos maiores: Rembrandt Harmenszoon van Rijn e Johannes Vermeer.