Ourivesaria | 25º Encontro PLE

Escola de Saint Amand Montrond, França | 23 a 26 janeiro 2017

No âmbito do Concurso anual de Joias do PLE, sob a temática “A jóia do futuro”, foi atribuído à nossa escola o 3º Prémio na modalidade de Joias ao trabalho da aluna Daniela Figueiredo, da turma D do 12º ano, onde estiveram patentes trabalhos de alunos das escolas da Bélgica, Namur e Antuérpia, de Espanha, Madrid, da Grécia, Tessaloniki e Volos, de Itália, Valenza, e de Portugal, Lisboa.

No decurso das atividades deste Encontro, no âmbito do Concurso de textos para a edição do jornal “Le Mur” sob a temática “The future of the PLE”, onde foram participantes 12 textos, foram atribuídos à nossa escola os 2º e 3º prémios, respetivamente aos textos 01/ e 12/ dos alunos do 12º ano, das turmas F (Coletivo) e D (Kalina Nikolova e Madalena Veiga).


Esta partilha que abraça as diferentes escolas faz-nos dar mais um passo, na caminhada da vida. Encontrar uma razão. Talvez uma pedra preciosa, e com ela preencher o chão que pisamos, a Europa.
Nesta experiência, à procura do novo, do outro, atrevemo-nos a explorar o desconhecido. Ganhamos confiança para partilhar as ideias, apesar de por vezes termos medo de não alcançar aquilo que todos queremos, ou aquilo que os outros esperam de nós.
Não, não desisto…continuo neste sonho que me motiva, que me faz crescer.
Continuo a caminhada, partilho agora, contigo, com todos os outros, esta pedra preciosa que preenche o chão da nossa casa.
12º F – Coletivo


As nossas esperanças para este projeto são de aprendizagem, não só técnica mas cultural, com pessoas de diferentes países, perspetivas e experiências.
Este tipo de projetos fazem-nos não só crescer como um indivíduo na nossa sociedade, mas também nos fazem cientes do que se está a passar noutros países. Nós apercebemo-nos de como outras culturas têm formas diferentes de fazer as coisas e de como veem o universo e o mundo em que vivemos. Eles fazem-nos ter um melhor entendimento do que se está a passar à nossa volta e como as coisas pequenas, afinal, são as que mais devíamos valorizar. Projetos internacionais podem mesmo fazer a diferença porque alimentam os nossos cérebros, de tal forma que nem palavras podem descrever como nos sentimos.
12º D – Kalina Nikolova e Madalena Veiga