Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão #3

Esta quarta-feira, 17 de abril, às 14h30, tem lugar no Estúdio 213 a terceira conversa do ciclo Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão, uma iniciativa conjunta da disciplina de Português e do curso de Comunicação Audiovisual realizada no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Escola Artística.

A terceira sessão conta com a participação dos convidados Ricardo Santos [arquitecto e investigador das Operações SAAL – Serviço Ambulatório de Apoio Local, programa de habitação que surgiu entre 1974 e 1975] e André Escoval [porta-voz do Porta a Porta / Casa para Todos, movimento do momento presente pelo direito à habitação]. 

O ciclo Qual a cor da liberdade? promove conversas dinamizadas por estudantes da EA António Arroio com personalidades de diferentes áreas artísticas e outros domínios, incluindo antigos alunos da Escola, que viveram a Revolução do 25 de Abril ou por ela são inspirados.

Entre Paredes

Nos Bastidores da Revolução

A exposição estará em exibição de 11 a 18 de abril, no piso -1 da Escola Artística António Arroio, como resultado de um projeto desenvolvido pela turma 12ºG no âmbito da disciplina de Gestão das Artes. Intitulada “Entre Paredes – Nos Bastidores da Revolução”, esta exposição apresenta o resultados dos trabalhos dos alunos do 12.º G do curso de Produção Artística, com especialização em Realização Plástica do Espetáculo.

O objetivo inicial do projeto era que os alunos criassem representações de uma realidade específica: espaços reais ou imaginários onde poderiam ocorrer reuniões clandestinas e revolucionárias no pré 25 de abril. Além disso, esses espaços deveriam capturar a sensação de abandono e passagem de tempo.

Convidamos todos a visitar esta exposição, não apenas como uma oportunidade para entender melhor a clandestinidade presente no pré 25 de abril, mas também como uma chance de refletir sobre as implicações e o legado desses eventos na nossa sociedade contemporânea.

Corpos Ancestrais tocam Futuros

Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior
Exposição patente de 11.04.2024 até 14.06.2024
Inauguração 11.04.2024 – 18h

Corpos Ancestrais tocam Futuros, é o resultado do trabalho de investigação e reflexão realizado pelo 12ºF da Escola Artística António Arroio, do Curso de Produção Artística – Especialização em Têxteis, num exercício interdisciplinar entre Projeto e Tecnologias e Gestão das Artes.

Desenvolvidas no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho, as obras partem do diálogo entre o Território, a Paisagem Humana e Têxtil estabelecendo relações entre Passado, Presente e Futuro, que se refletem nas obras apresentadas.

Alice Campos, André Ramos, Beatriz Silva, David Couto, Giovanna Pozza, Inês Cardoso, Luísa Almeida, Mafalda Gouveia, Matilde Neves, Nicole Ferreira, Sara Fernandes

Equipa Pedagógica:
Cláudia Realista, Helder Castro, Margarida Dias

POUCA VERGONHA

Exposição de Gravura e Serigrafia
16 abril a 18 maio | Sociedade Nacional de Belas Artes

Será uma pouca vergonha expor um manifesto? 
Será um descaramento… um atrevimento… uma desfaçatez?

Tal como a sua definição sugere, um manifesto é uma declaração que pretende comunicar um problema, uma convicção, um ponto de vista, uma denúncia à sociedade. E nós, enquanto jovens em constante mudança, com opiniões e interesses diferentes, queremos partilhar o nosso pensamento quanto ao mundo que nos rodeia, tanto interior como exterior. Enquanto coletivo, vimos de contextos diferentes, com experiências e vivências distintas, que moldam a nossa forma de ver e reagir. Essas mesmas vivências criam uma vastidão de temas e abordagens em jeito de manifesto, reforçando o seu propósito. 

Como ponto de partida, procurámos descodificar um sentido e significado pessoal, levando-nos a diversas outras questões: enquanto indivíduos, o que nos move? O que é que nos preocupa? E neste caminho, chegámos ao encontro daquilo que nos distingue enquanto membros de uma sociedade. 

Inevitavelmente, no processo de trabalho, especialmente com este cariz, deixamos algo de nós. Não obstante, uma das preocupações durante este projeto assentou também naquilo que podemos provocar, colocando o espectador a questionar o seu próprio manifesto.

Pouca Vergonha é uma exposição desenvolvida em parceria com a Sociedade Nacional de Belas Artes e organizada pelo Coletivo Buzina, alunos finalistas do curso de Produção Artística, especialização em Gravura e Serigrafia, no âmbito das disciplinas de Gestão das Artes e de Projeto e Tecnologias.

Expõe a tua vergonha.
Inauguração dia 16 de abril às 18h30. Até lá!

Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão #2

Esta segunda-feira, 18 de março, tem lugar no Auditório AA [sala 312] a segunda conversa do ciclo Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão, uma iniciativa conjunta da disciplina de Português e do curso de Comunicação Audiovisual realizada no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Escola Artística António Arroio.
A segunda sessão conta com a participação dos convidados Pedro Penilo [ex-aluno AA, artista e criativo de comunicação, membro do Manifesto em Defesa da Cultura] e Reginaldo Spínola [actor de Teatro do Oprimido, animador sociocultural, Associação Cultural Moinho da Juventude].
O ciclo Qual a cor da liberdade? promove conversas dinamizadas por estudantes da EA António Arroio com personalidades de diferentes áreas artísticas e outros domínios, incluindo antigos alunos da Escola, que viveram a Revolução do 25 de Abril ou por ela são inspirados.

Exposição Design e Militância

Cartaz: Ully Lacerda (11º O)

Esta exposição, composta por cerca de 100 cartazes de vários movimentos cívicos e políticos, cobre uma vasta área de intervenção política e cultural reveladora da fervilhante atividade partidária e associativa nos anos imediatamente após o 25 de Abril de 1974. Os objetos gráficos foram cedidos pelo fotógrafo Valter Vinagre, pelo arquivo Ephemera e pelo professor Jerónimo Sousa.

Inauguramos a exposição a 10 de abril, no átrio da Escola.
Aparece!




Natália Correia – 100 anos

A Equipa da Biblioteca convida a comunidade escolar para participar numa sessão evocativa – Natália Correia – 100 anos, no dia 13 de março, pelas 10h15, no auditório da Escola (sala 312).

Neste evento terás a oportunidade de ficar a saber um pouco mais da vida de Natália Correia e das suas ideias, ouvir poemas declamados e cantados, com os convidados Irene Cardona, João Paulo Oliveira e Jorge Castro.

Corre Liberdade, Corre!

7 a 17 de março
Cinema São Jorge e Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema

Inauguração: 8 de março, 16h00

Corre Liberdade, Corre!
Olha para trás.
Para a frente é o caminho.

O cenário está montado.
Somos jovens com um olhar, um ponto de vista, e queremos mostrá-lo ao mundo.
A partir de treze projetos/objetos criámos percursos, tanto no Cinema São Jorge como na Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, onde todos estão convidados a explorar e descobrir a Liberdade, segundo diferentes olhares. Não testemunhámos o 25 de Abril… mas podemos celebrá-lo!

Corre Liberdade, Corre!, surge da parceria estabelecida entre a Escola Artística António Arroio e a MONSTRA 2024 | 23.º Festival de Animação de Lisboa, no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho. Alunos da Turma 12.º I, do curso de Produção Artística, especialização em Realização Plástica do Espetáculo – Disciplinas: Projeto e Tecnologias, em articulação com Gestão das Artes.

Encontros Revolucionários Pré 25 de Abril de 1974, em Espaços Interiores

Cenários para cinema de animação criados pelos alunos do 12.º G, do curso de Produção Artística, com Especialização em Realização Plástica do Espetáculo, da Escola Artística António Arroio.

A proposta de trabalho pretendia que os alunos retratassem uma realidade concreta: um local imaginário ou não, onde pudessem decorrer reuniões clandestinas revolucionárias pré 25 de Abril. Estes espaços deveriam também refletir o abandono e a passagem do tempo.

Os trabalhos estarão em exposição no cinema São Jorge entre os dias 8 a 17 de março no âmbito do festival Monstra 2024. Convidamos todos a visitar esta exposição não só como uma oportunidade para compreender melhor a clandestinidade vivida no pré 25 de abril, mas também como uma chance para refletir sobre as implicações e o legado destes atos na nossa sociedade contemporânea.