Dia da Terra | Earth Day Cleanup

No âmbito da celebração do Dia da Terra | Earth Day apresenta-se um programa de atividades no pátio de entrada da escola, incluindo a chamada “Ilha”, durante todo o dia 22 de Abril (segunda-feira), a partir das 11h45.

Objetivos:
– Criar um espaço comum limpo e não poluído;
– Promover hábitos duradouros de conservação e civismo;
– Agir coletivamente para criar algo simples, útil, e esteticamente agradável.

Atividades:
– Limpeza do pátio de entrada e “Ilha”, com recolha diferenciada de resíduos: plástico/papel, beatas, outros;
– Recolha das beatas para posterior envio à empresa que faz a sua transformação em outros produtos;
– Workshop de origami: construção de cinzeiros portáteis a partir da reutilização de materiais recicláveis (vídeo de referência), etc.;
– Criação de cartazes e banners alusivos ao Dia da Terra.
Materiais necessários:
– Garrafões de plástico vazios (5 litros) para recolha das beatas;
– Pacotes tetra pak de 1 litro (de leite, sumo, etc.), enxaguados, aparados (cortar o topo e o fundo) e abertos;
– Papel reutilizável;
– Agrafador e tesouras;
– Papel de cenário, tintas, marcadores.

Participantes:
– Toda a comunidade, individualmente e em grupos/turmas é convidada a participar ativamente nas atividades, e/ou a contribuir com alguns dos materiais necessários, nomeadamente pacotes tetra pak e garrafões de plástico.

Feliz Dia da Terra! Happy Earth Day!

Arte e Revolução

Evocação das ações desenvolvidas pelo MDAP no pós 25 de abril: ocupação do Palácio Foz em 28.05.1974 e a Pintura Coletiva do mural do Mercado da Primavera, realizada por 48 artistas (+ 2) na Galeria de Arte Moderna, em Belém, em 10.06.1974.

››Filipa Lowers Vicente  
professora e investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

››Cristina Pratas Cruzeiro
investigadora do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

››Emília Nadal, Helena Lapas (ex-alunas da AA),  David Evans  e Lima de Carvalho
artistas fundadores e membros do MDAP

Palavra e Revolução

Os alunos do 11º O do Curso de Design de Comunicação recriaram frases e slogans criados pelo MDAP, com vista à sua afixação no espaço escolar, celebrando a intervenção cívica dos artistas portugueses no pós 25 de abril de 1974.

À MEZZA

Duas turmas do 12º ano foram desafiadas a conceber objetos que pudessem ser usados no serviço de mesa do Mezze. Deste diálogo nasceu um conjunto de peças, que estarão expostas no Mercado de Arroios, no dia 20 de Abril, entre as 12h e as 16h.

Todo o processo foi verdadeiramente colaborativo: entre os alunos e o Mezze, e entre alunos e professores, que colocaram a trabalhar em conjunto a turma do curso de Produção Artística – Cerâmica com a turma de Design de Produto, num cruzamento de práticas e abordagens. “Aprendi imenso a trabalhar em conjunto e em saber colocar as ideias na mesa e a organizarmo-nos como um todo”, diz a estudante Noa Gouveia.

Após a construção dos protótipos, o projeto transcendeu as fronteiras da sala de aula, envolvendo os alunos numa experiência significativa que vai além do simples ato de criar.

A exposição resultante é uma celebração da diversidade e singularidade, apresentando uma coleção eclética de objetos que desafiam as nossas noções preconcebidas de arte e design.

Dia 20 de Abril, com o apoio da Junta de Freguesia de Arroios e do Restaurante Mezze, os projetos estarão expostos no Mercado de Arroios.

Lançamento do fanzine de BD “50×25”

O fanzine de BD “50 x25” foi realizado no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril e será composto por 10 histórias de banda desenhada realizadas por alunos da escola este ano letivo. A maioria das histórias ilustram poemas e letras de músicas revolucionárias de autores variados, desde José Afonso a Chico Buarque. Os restantes argumentos foram da autoria dos alunos tendo como ponto de partida depoimentos reais e  pesquisa histórica.As histórias foram realizadas por alunos do 11.ºano nas disciplinas de Teoria do design e Desenho A. O lançamento deste fanzine será realizado no dia 24 de Abril pelas 17 horas no átrio da escola. Haverá sessão de autógrafos dos alunos/autores e a publicação passará a estar à venda na papelaria da escola.

Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão #3

Esta quarta-feira, 17 de abril, às 14h30, tem lugar no Estúdio 213 a terceira conversa do ciclo Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão, uma iniciativa conjunta da disciplina de Português e do curso de Comunicação Audiovisual realizada no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Escola Artística.

A terceira sessão conta com a participação dos convidados Ricardo Santos [arquitecto e investigador das Operações SAAL – Serviço Ambulatório de Apoio Local, programa de habitação que surgiu entre 1974 e 1975] e André Escoval [porta-voz do Porta a Porta / Casa para Todos, movimento do momento presente pelo direito à habitação]. 

O ciclo Qual a cor da liberdade? promove conversas dinamizadas por estudantes da EA António Arroio com personalidades de diferentes áreas artísticas e outros domínios, incluindo antigos alunos da Escola, que viveram a Revolução do 25 de Abril ou por ela são inspirados.

Entre Paredes

Nos Bastidores da Revolução

A exposição estará em exibição de 11 a 18 de abril, no piso -1 da Escola Artística António Arroio, como resultado de um projeto desenvolvido pela turma 12ºG no âmbito da disciplina de Gestão das Artes. Intitulada “Entre Paredes – Nos Bastidores da Revolução”, esta exposição apresenta o resultados dos trabalhos dos alunos do 12.º G do curso de Produção Artística, com especialização em Realização Plástica do Espetáculo.

O objetivo inicial do projeto era que os alunos criassem representações de uma realidade específica: espaços reais ou imaginários onde poderiam ocorrer reuniões clandestinas e revolucionárias no pré 25 de abril. Além disso, esses espaços deveriam capturar a sensação de abandono e passagem de tempo.

Convidamos todos a visitar esta exposição, não apenas como uma oportunidade para entender melhor a clandestinidade presente no pré 25 de abril, mas também como uma chance de refletir sobre as implicações e o legado desses eventos na nossa sociedade contemporânea.

Corpos Ancestrais tocam Futuros

Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior
Exposição patente de 11.04.2024 até 14.06.2024
Inauguração 11.04.2024 – 18h

Corpos Ancestrais tocam Futuros, é o resultado do trabalho de investigação e reflexão realizado pelo 12ºF da Escola Artística António Arroio, do Curso de Produção Artística – Especialização em Têxteis, num exercício interdisciplinar entre Projeto e Tecnologias e Gestão das Artes.

Desenvolvidas no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho, as obras partem do diálogo entre o Território, a Paisagem Humana e Têxtil estabelecendo relações entre Passado, Presente e Futuro, que se refletem nas obras apresentadas.

Alice Campos, André Ramos, Beatriz Silva, David Couto, Giovanna Pozza, Inês Cardoso, Luísa Almeida, Mafalda Gouveia, Matilde Neves, Nicole Ferreira, Sara Fernandes

Equipa Pedagógica:
Cláudia Realista, Helder Castro, Margarida Dias

POUCA VERGONHA

Exposição de Gravura e Serigrafia
16 abril a 18 maio | Sociedade Nacional de Belas Artes

Será uma pouca vergonha expor um manifesto? 
Será um descaramento… um atrevimento… uma desfaçatez?

Tal como a sua definição sugere, um manifesto é uma declaração que pretende comunicar um problema, uma convicção, um ponto de vista, uma denúncia à sociedade. E nós, enquanto jovens em constante mudança, com opiniões e interesses diferentes, queremos partilhar o nosso pensamento quanto ao mundo que nos rodeia, tanto interior como exterior. Enquanto coletivo, vimos de contextos diferentes, com experiências e vivências distintas, que moldam a nossa forma de ver e reagir. Essas mesmas vivências criam uma vastidão de temas e abordagens em jeito de manifesto, reforçando o seu propósito. 

Como ponto de partida, procurámos descodificar um sentido e significado pessoal, levando-nos a diversas outras questões: enquanto indivíduos, o que nos move? O que é que nos preocupa? E neste caminho, chegámos ao encontro daquilo que nos distingue enquanto membros de uma sociedade. 

Inevitavelmente, no processo de trabalho, especialmente com este cariz, deixamos algo de nós. Não obstante, uma das preocupações durante este projeto assentou também naquilo que podemos provocar, colocando o espectador a questionar o seu próprio manifesto.

Pouca Vergonha é uma exposição desenvolvida em parceria com a Sociedade Nacional de Belas Artes e organizada pelo Coletivo Buzina, alunos finalistas do curso de Produção Artística, especialização em Gravura e Serigrafia, no âmbito das disciplinas de Gestão das Artes e de Projeto e Tecnologias.

Expõe a tua vergonha.
Inauguração dia 16 de abril às 18h30. Até lá!