Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão #2

Esta segunda-feira, 18 de março, tem lugar no Auditório AA [sala 312] a segunda conversa do ciclo Qual a cor da liberdade? — Liberdade de expressão, uma iniciativa conjunta da disciplina de Português e do curso de Comunicação Audiovisual realizada no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Escola Artística António Arroio.
A segunda sessão conta com a participação dos convidados Pedro Penilo [ex-aluno AA, artista e criativo de comunicação, membro do Manifesto em Defesa da Cultura] e Reginaldo Spínola [actor de Teatro do Oprimido, animador sociocultural, Associação Cultural Moinho da Juventude].
O ciclo Qual a cor da liberdade? promove conversas dinamizadas por estudantes da EA António Arroio com personalidades de diferentes áreas artísticas e outros domínios, incluindo antigos alunos da Escola, que viveram a Revolução do 25 de Abril ou por ela são inspirados.

Exposição Design e Militância

Cartaz: Ully Lacerda (11º O)

Esta exposição, composta por cerca de 100 cartazes de vários movimentos cívicos e políticos, cobre uma vasta área de intervenção política e cultural reveladora da fervilhante atividade partidária e associativa nos anos imediatamente após o 25 de Abril de 1974. Os objetos gráficos foram cedidos pelo fotógrafo Valter Vinagre, pelo arquivo Ephemera e pelo professor Jerónimo Sousa.

Inauguramos a exposição a 10 de abril, no átrio da Escola.
Aparece!




Natália Correia – 100 anos

A Equipa da Biblioteca convida a comunidade escolar para participar numa sessão evocativa – Natália Correia – 100 anos, no dia 13 de março, pelas 10h15, no auditório da Escola (sala 312).

Neste evento terás a oportunidade de ficar a saber um pouco mais da vida de Natália Correia e das suas ideias, ouvir poemas declamados e cantados, com os convidados Irene Cardona, João Paulo Oliveira e Jorge Castro.

Corre Liberdade, Corre!

7 a 17 de março
Cinema São Jorge e Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema

Inauguração: 8 de março, 16h00

Corre Liberdade, Corre!
Olha para trás.
Para a frente é o caminho.

O cenário está montado.
Somos jovens com um olhar, um ponto de vista, e queremos mostrá-lo ao mundo.
A partir de treze projetos/objetos criámos percursos, tanto no Cinema São Jorge como na Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, onde todos estão convidados a explorar e descobrir a Liberdade, segundo diferentes olhares. Não testemunhámos o 25 de Abril… mas podemos celebrá-lo!

Corre Liberdade, Corre!, surge da parceria estabelecida entre a Escola Artística António Arroio e a MONSTRA 2024 | 23.º Festival de Animação de Lisboa, no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho. Alunos da Turma 12.º I, do curso de Produção Artística, especialização em Realização Plástica do Espetáculo – Disciplinas: Projeto e Tecnologias, em articulação com Gestão das Artes.

Encontros Revolucionários Pré 25 de Abril de 1974, em Espaços Interiores

Cenários para cinema de animação criados pelos alunos do 12.º G, do curso de Produção Artística, com Especialização em Realização Plástica do Espetáculo, da Escola Artística António Arroio.

A proposta de trabalho pretendia que os alunos retratassem uma realidade concreta: um local imaginário ou não, onde pudessem decorrer reuniões clandestinas revolucionárias pré 25 de Abril. Estes espaços deveriam também refletir o abandono e a passagem do tempo.

Os trabalhos estarão em exposição no cinema São Jorge entre os dias 8 a 17 de março no âmbito do festival Monstra 2024. Convidamos todos a visitar esta exposição não só como uma oportunidade para compreender melhor a clandestinidade vivida no pré 25 de abril, mas também como uma chance para refletir sobre as implicações e o legado destes atos na nossa sociedade contemporânea.

Venham mais cinco

Escola Artística António Arroio (auditório)
13 de março às 14h30

Apresentação do projeto “Venham mais cinco”, no âmbito da Formação em Contexto de Trabalho do 12.º K do Curso de Design de Comunicação,especialização em Design Gráfico, em parceria com a Associação José Afonso.

Conversa com Joana Pontes

O livro Sinais de Vida – Cartas da Guerra 1961-1974, de Joana Pontes, com prefácio do coronel Aniceto Afonso, é fruto de uma investigação sobre a Guerra Colonial baseada em milhares de cartas enviadas e recebidas por militares
durante o conflito.

O documentário A Hora da Liberdade, procura reconstruir a ação do Movimento das Forças Armadas, no dia 25 de abril de 1974.

O livro Sinais de Vida está disponível na Biblioteca da Escola Artística António Arroio para consulta ou requisição domiciliária, pela comunidade escolar.

Ollas para uma floresta urbana

A Urbem Forests, um colectivo social constituído inteiramente por voluntários que trabalham em conjunto com vista à conexão de pessoas com as florestas e o meio ambiente promove em conjunto com o curso de produção artística especialização de cerâmica, 11º e 12º anos, a implementação de um sistema de irrigação ancestral na floresta que está a crescer no parque da Bela Vista. Estes potes de barro, vulgarmente chamados de Ollas, foram desenvolvidos pelos nossos alunos e serão enterrados no solo do Parque da Bela Vista, de forma a irrigar as plantas sem desperdício de água por evaporação ou escoamento.

O programa Biosfera da RTP2 fez recentemente uma peça sobre as Florestas Urbanas que pode ser visualizado no link https://www.rtp.pt/play/p12688/biosfera. Entre as iniciativas está o projeto da Urbem com uma breve referência ao trabalho desenvolvido com os nossos alunos.

Exposição “Diários Rasgados”, de Marco Mendes

Marco Mendes é um autor de banda desenhada que se move frequentemente nos territórios da auto-ficção e da autobiografia, numa abordagem transdisciplinar, que cruza a banda desenhada com a pintura ou o desenho de observação. Explorando muitas vezes questões sócio-políticas, através de uma representação e reflexão crítica sobre o modo de vida e o universo dos seus personagens.

Biografia

Marco Mendes: 1978, Figueira da Foz. Autor de banda desenhada, artista plástico e professor de desenho. Vive e trabalha no Porto. Membro fundador do Clube de Desenho, a funcionar no Porto desde 2010 (clubedesenho.com). Para além de inúmeras revistas e antologias de bd, com destaque para as Edições do colectivo “A Mula” e o “Buraco”, publicou na Turbina os livros “Diário rasgado 2007-2012”; “Anos Dourados”; “Zombie” (Prémio  Melhor album no Festival Amadora BD) e “Tutti Frutti”, recolha das BD’s publicadas no Jornal de Noticias. Na Seita lançou em 2022 a novela gráfica “Juventude”.

José Smith Vargas

No âmbito do Concurso de argumentos de BD a decorrer na escola convidamos a comunidade escolar para uma sessão com José Smith Vargas, no dia 1 de março às 12h30, na sala 312.



José Smith Vargas  (Lisboa, 1981) desenhou a crónica do desaparecimento de uma certa Lisboa. Ele recorda-nos o início da (sua) história. Entre 2010 e 2013, presenciou uma série de acontecimentos que dariam para uma novela, uma história. E começou a recolher material e a desenhar. Primeiro para outros textos, depois ao serviço da sua história, na condição de único autor.  A BD é uma paixão de infância que ficou lá na parte de trás do cérebro.Acabou por estudar artes plásticas nas Caldas da Rainha. 

“Quando acabei o curso estava completamente confuso com o mundo da arte contemporânea e a banda desenhada era o único trabalho artístico que me apetecia fazer. Depois trabalhei em tudo e mais alguma coisa – incluindo produção e montagens de arte contemporânea – mas acabei por fazer BD (…).”